Cavernas do Petar



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O VALE DAS CAVERNAS

REVISTA 0 km – ABRIL 1995

Uma viagem com sabor de aventura às grutas paulistas - Por Solange Barreira
  
Conforto não é o ponto alto des­se roteiro. Mas se você gosta de aventura e quer passar um final de semana diferente, em comu­nhão total com a natureza, não perca tempo. Separe seu melhor uniforme de desbravador — duas mudas de roupa velha, tênis, lanterna, câmara fotográfica — e vá conhecer as ca­vernas do Vale do Ribeira, no sul do Estado de São Paulo.

Escavadas pela água das chuvas e dos rios ao longo de milhões de anos, são pelo menos 250 cavernas numa reserva de Mata Atlântica de 35.712 hectares, conhecida como Petar -Parque Estadual Turístico do Alto Ri­beira —, além da Caverna do Diabo, a mais famosa do Vale do Ribeira, que fica fora dos li­mites do   par­que. A maioria delas é de aces­so difícil, e res­trito a pesquisa­dores. Mas a Ca­verna do Diabo, no município de Eldorado, e a de Santana,     em Iporanga, são li­gadas por estra­das e oferecem uma estrutura básica para os visitantes. Para quem sai de São Paulo   ou   de Curitiba, a via­gem até a pri­meira delas du­ra cerca de quatro horas. E de uma caverna para outra, o percurso po­derá ser feito em aproximadamen­te uma hora e meia.

A mais próxima de São Paulo é a Caverna do Diabo, que fica a 286 km por estrada asfaltada. É a única caverna com iluminação no seu trecho inicial, além de escadas e passarelas de alvenaria para receber os turistas. Mas o cenário espetacular, o isolamento e o barulho do ribeirão das Ostras, que atravessa a caverna, ga­rantem o sabor de aventura.

Logo à entrada se avista uma colu­na gigantesca, o Anfitrião. Como as demais "esculturas" da região, ele nasce do contínuo gotejamento das rochas calcárias. Ao final de milhões de anos, crescendo à medida de 0,3 mm por ano, uma ponta rochosa do teto (estalactite) encontra-se com outra que sobe do chão (estalagmite).

São mais de 200 grutas, com cenários surpreendentes

As demais formações — que os pesquisadores especializados, conhe­cidos como espeleólogos, chamam de espeleotemas — seguem esse mesmo princípio. Os cortinados da Caverna do Diabo são um exemplo do que acontece quando a gota de água brota de uma parede ou teto inclinado: ela escorre pela superfície, deixando um fino rastro de calcita, que passa a cres­cer verticalmente, dando origem a uma lâmina ondulada, branca e translúcida. Uma cortina de pedra, de desenho caprichoso, que impressiona pela perfeição dos "babados".
DIABO E CATEDRAL — Assim como o Anfitrião, as principais formações que enfeitam o percurso de 500 metros aberto ao público na Caverna do Dia­bo já ganharam nome e notoriedade. Com a ajuda dos guias, é emocionan­te reconhecer a Torre de Pisa, a Mão do Diabo, o Rinoceronte, a Cabeça do Dinossauro, o Presépio e a Cate­dral — a mais majestosa de todas, que faz lembrar o altar de uma igre­ja, sob uma laje de 80 metros.

A caverna avança terra adentro por mais de oito quilômetros — mas o res­to do caminho, com uma armadilha depois da outra, só pode ser percorri­do por especialistas. Nem mesmo os guias mais experientes, como Moacir Alves, que trabalha no local há 25 anos e conhece a caverna quase de ponta a ponta, estão a salvo dos peri­gos quando mergulham mais fundo na gruta. "Certa vez caí num lago de lodo e precisei ser resgatado com cordas pelas duas biólogas que me acompa­nhavam", conta Moacir, que desse episódio tirou a lição que repete a to­dos os visitantes: jamais andar sozi­nho naquelas profundezas.

As duas principais cavernas do Vale do Ribeira estão a 63 km uma da ou­tra, com passagem obrigatória pela simpática cidade de Iporanga e pelo Bar do Jota Jota, no Bairro da Serra. O dono do bar, Joaquim Justino dos Santos, 56 anos, é sócio emérito da Sociedade Brasileira de Espe-leologia e desde 1967 acompanha pesquisadores na identificação das grutas da região. De tanto conviver com os espeleólogos, Justino tor­nou-se também um deles, embora seu trabalho como funcionário da Secretaria do Meio Ambiente con­tinue sendo o de simplesmente gui­ar os turistas pela caverna Santana.

RIO SUBTERRÂNEO — Por motivos de segurança, a caverna é fechada por um portão de ferro, cuja chave fica com os guias. As passarelas e as escadas são de madeira e não há iluminação. Os visitantes deverii le­var uma lanterna e pedir empresta­do um capacete na administração do parque. O rio Roncador, que corta a Santana, dá o tom do passeio bem na entrada da caverna, que fica bem junto ao seu leito. Se ele estiver 20 cm acima do nível normal, já não é seguro entrar. Isso demonstra que o contato com a natureza é bem mais próximo. E, dessa maneira, é possí­vel sentir bem de perto o que é o mun­do subterrâneo e sua vasta escuridão. Como a Caverna do Diabo, a Santana abriga vários salões naturais— mas nela é imprescindível a luz das carbureteiras (acopladas ao capacete) ou das lanternas para ir descobrindo figuras como o Bolo de Noiva, a Asa de Anjo, a Cabeça do Cavalo, a Fafá de Belém, o rosto do Anjinho e o de Jesus Cristo, espalhadas entre estalactites, estalagmites e outras for­mações delicadas e variadas. No sa­lão Ouro Verde, por exemplo, as pa­redesbrilham e o silêncio impera. A visita percorre os 800 metros ini­ciais da caverna — que se estende por mais de 15 quilômetros — e dura cerca de uma hora e meia.

Programa de dois dias
Para visitar as duas cavernas, reserve dois dias. Ou viaje já na sexta à noite para perto de uma das grutas: assim, o sábado pode ser dedicado às cavernas e o domingo à Fazenda Intervales

FAZENDA NA MATA — Para quem dispõe de mais tempo — e fôlego — para continuar a exploração subterrâ­nea, há ainda mais três cavernas aber­tas ao público no Núcleo Santana, que fica na parte sul do Petar: Morro Pre­to, Água Suja e do Couto. No Núcleo Caboclos, que está na parte oeste do parque, a 67 km da caverna Santana, estão liberadas as grutas do Chapéu, Chapéu-Mirim I e II, das Aranhas e Água Sumida. Caso a idéia seja dedi­car o dia seguinte a outras atrações, o melhor programa é seguir até o vilarejo de Guapiara, no município de Capão Bonito, onde fica a Fazenda Intervales, uma exuberante reserva florestal recentemente aberta ao turis­mo ecológico (siga o Plano de Via­gem). É uma ótima opção também para quem quer voltar a São Paulo por um caminho diferente -- um pouco mais longo, porém bastante seguro —, aproveitando até o últi­mo minuto do fim de semana a inti­midade com a Mata Atlântica.

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