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A TRILHA DAS CAVERNAS DO RIO BETARI

REVISTA HORIZONTE GEOGRAFICO – NOVEMBRO 1991 - Por João Allievi

Criado em 1958, o PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira) ocupa uma área de aproximadamente 350 quilômetros quadrados rro sul do Estado de São Paulo. Integrado a um extenso cinturão de Mata Atlântica, que começa no planalto e termina no litoral, próximo à região da Juréia e do estuário lagunar Iguape-Paranaguá, o PETAR abriga a maior concen­tração de cavernas do Brasil. São cer­ca de 240, entre elas a Caverna de Santana, considerada a mais bonita em espeleotemas - as formações de calcá­rio que surgem pela ação da água ao longo dos anos. Estalactites e flores de calcita surgiram nestas cavernas graças à presença da Mata Atlântica e do sub­solo calcário, que por ser perrneável, adquire as formas que o fluxo de água determinar.

Aos praticantes de caminhadas, o PETAR reserva vales de rios, mirantes, cachoeiras e um contato com a flora e fauna da Mata Atlântica preservada; animais como jacutingas, socos, bugios, quatis, gambás, lontras e veados podem ser encontrados durante a ca­minhada, com alguma sorte e silêncio.

O melhor roteiro da região é a trilha do Betari, que passa pelas cavernas de Água Suja, Santana, Morro Preto e Couto, além das cachoeiras do Wandir e das Andorinhas. Tudo dentro de um percurso de dez quilômetros. Para aproveitar bem o passeio, a sugestão é fazer a trilha em dois dias consecutivos.

PRIMEIRO DIA
Saindo dos quiosques de fiscaliza­ção do parque, siga tendo o Rio Betari sempre à sua direita. A trilha está bem marcada e não possui aclives muitos longos ou acentuados. Depois de um quilômetro de caminhada, a trilha en­contra o rio. Atravesse e vá pela mar­gem esquerda. Mais dez minutos e o ribeirão Água Suja vai cruzar seu ca­minho. Este ribeirão nasce dentro da caverna do mesmo nome. A água tur­va-se quando a caverna está sendo ex­plorada, pois a argila suspende-se do leito do rio para a superfície. Uma rá­pida exploração da caverna vale a pena, principalmente para conhecer os travertinos ou tufos de água doce - es­peleotemas que formam uma espécie de escada no chão.
Voltando à luz do dia, continue su­bindo o rio. Deste ponto até a primei­ra cachoeira são aproximadamente dois quilômetros que podem ser venci­dos em uma hora. A trilha mudará di­versas vezes de lado, margeando o rio ora à direita, ora à esquerda. Um tri-Iheiro acostumado não terá dificulda­de em segui-la. As duas cachoeiras ficam à esquerda do rio. A primeira, Andorinha, aparece de surpresa. A se­gunda, 200 metros à frente, é ideal para um energizante banho de ducha. Cuidado com as pedras extremamente lisas.

SEGUNDO DIA
O ponto de partida é novamente o quiosque dos guias. Pela manhã, após uma curta caminhada, chega-se à Caverna de Santana, a mais famosa da região, sendo portanto facilmente localizada. É uma das mais extensas cavernas carbonáticas do Brasil, com 5.813 metros, e também considerada a número um em beleza ornamental. Os espeleotemas do teto (estalactite), do piso (estalagmite) e das paredes (helec-tites) emolduram quilômetros de galerias, salões, túneis, escadarias e precipícios. Por duas escadas à direita chega-se ao patamar superior, a parte seca. Lá, depois de passar pelo salão da paca, onde há um esqueleto do bi­cho petrificado, o impacto visual para quem nunca entrou numa caverna ficará com o salão seguinte, riquíssimo em espeleotemas em forma de flores.

A exploração da Caverna de Santana só é permitida com o acompanha­mento de um guia credenciado. Ele será capaz de levá-lo à famosa face de Cristo e a outras paisagens para além dos 600 metros de visitação pública. Para quem não quiser mergulhar nos segre­dos da caverna número um, a caminha­da pela área liberada é suficiente.

Sem luz, não há planta de espécie alguma nas cavernas. Apesar disto, o rio e os morcegos levam nutrientes necessários a povoar este ambiente inóspito. As grandes vedetes deste ecossistema são os morcegos, e o bagrecego, espécie de peixe albino.

Na parte da tarde, após um banho de rio na piscina natural a 200 metros do quiosque, pode-se visitar a Gruta de Morro Preto, que é uma caverna seca, surgida a partir do desmoronamento. Com 832 metros de extensão, a principal atração é a belíssima boca de entrada. Repare bem nas estruturas do piso, pois existe um sítio arqueológico, com vestígios da ocupação de índios há milhares de anos. Por fim, a Gruta do Couto, que pode ser cruzada de um lado a outro. Durante a travessia, um espetáculo de luzes e sombras é oferecido a todos aqueles que chegam à boca do sumidouro do rio, que agora é um afluente do Betari, o Couto. O regresso ao centro do parque pode ser feito por uma trilha externa que circunda o morro onde se situa a caverna, pelo lado direito.

COMO CHEGAR
O PETAR está localizado na Serra de Paranapiacaba, nome regional da­do a Serra do Mar no Alto da Ribeira do Iguape, no limite dos municípios de Apiaí e Iporanga, a chamada "Capital das Grutas", no sul do Estado de São Paulo.

O acesso pode ser feito de ônibus por São Paulo ou Curitiba até a cida­de de Registro, onde será possível pe­gar outro em direção à Iporanga. De carro, saindo da capital paulista, se­gue-se pela Rodovia Régis Bittencourt (BR-116) ou pela Rodovia Castelo Branco. Na primeira opção, siga até Jacupiranga e entre à direita, em direção a Eldorado Paulista. Daí, siga os 95 quilômetros até Iporanga, via Caverna do Diabo. Um trecho de 45 quilômetros desta estrada não é asfaltado. O Núcleo Turístico do Vale do Betari está a meio caminho entre Iporanga e Apiaí. Seguindo de carro pela opção Castelo Branco, saia da rodovia no qui­lômetro 129, pegando o trevo Tatuí-Itapetininga. O rumo a seguir é Itapetininga. Siga pela Rodovia Raposo Tavares até Capão Bonito e, na entrada da cidade, observe placas indicativas para Guapiara e Apiaí, daí seguindo em direção à Iporanga. A pouco mais de 20 quilômetros está o PETAR. Uma grande placa indicando a Caverna de Santana pode ser vista à direita, logo depois de um trecho de serra. Para quem está usando a cidade de São Paulo como ponto de partida, uma ex­celente opção é ir por Itapetininga e voltar por Eldorado. A viagem é feita em cerca de seis horas. 
         

 

 

 

 

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